A etapa de Fiji da WSL começa com uma ondulação de sudoeste ganhando força e deve encontrar seu melhor momento justamente nos primeiros dias da janela.
Em Cloudbreak, a previsão aponta ondas de 2,5 a 3 metros na quarta-feira (26), com séries ainda maiores, enquanto os ventos de sudeste a leste-sudeste devem manter boas condições para a competição.
A janela do evento começa na terça-feira (25) e vai até 4 de setembro. No entanto, a primeira previsão indica que os organizadores podem encontrar condições mais lentas no dia de abertura e um cenário bem mais consistente a partir da quarta-feira.
Vale lembrar que Fiji está 15 horas à frente do horário de Brasília. Ou seja, se o evento começar na terça-feira (25) em Fiji, no Brasil ainda será segunda-feira (24).
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Etapa de Fiji da WSL começa com ondas menores antes da chegada do swell
A terça-feira (25) deve ter um começo de janela mais devagar em Cloudbreak. As primeiras horas podem apresentar ondas muito pequenas, mas a ondulação de sudoeste começa a aparecer ao longo do dia.
A previsão indica ondas entre 1,2 e 1,5 metro no fim do dia, com algumas séries chegando à altura da cabeça. O vento de sudeste a leste-sudeste deve soprar de forma moderada a forte e ajudar a manter as condições favoráveis.
Por isso, caso a WSL precise iniciar a competição na terça-feira, a tendência é de uma manhã com poucas oportunidades e melhora gradual ao longo do dia.
O cenário muda rapidamente na sequência.
Quarta-feira (terça-feira no Brasil) deve ter o melhor mar para o início do Fiji Pro
A quarta-feira (26) aparece como o principal destaque da previsão para os primeiros dias da etapa.
Cloudbreak deve receber ondas de 2,5 a 3 metros ou maiores durante boa parte do dia. Além disso, algumas séries podem chegar ao dobro da altura da cabeça, criando os momentos mais pesados da abertura do Fiji Pro.
O swell de sudoeste, de período médio a longo, deve atingir seu pico justamente nesse dia. Ao mesmo tempo, os ventos de sudeste a leste-sudeste tendem a manter o mar limpo e com boa formação.
Para a WSL, é o cenário mais favorável entre os primeiros dias da janela. Veja as baterias do evento aqui.
Quinta-feira (quarta-feira no Brasil) ainda terá ondas acima da cabeça
Depois do pico de quarta-feira, a ondulação começa a perder força na quinta-feira (27), mas Cloudbreak ainda deve oferecer ondas consistentes.
A previsão aponta ondas entre 2 e 2,5 metros, com faces chegando a aproximadamente 3 metros pela manhã. As maiores séries podem atingir até duas vezes a altura da cabeça nas primeiras horas, antes de diminuir durante a tarde.
Os ventos continuam favoráveis, com direção entre sudeste e leste-sudeste. Dessa forma, mesmo com a queda gradual do swell, a quinta-feira ainda aparece como um dia com boas chances de competição.
Sexta-feira (quinta-feira no Brasil) recebe nova ondulação de sudoeste
A sexta-feira (28) pode ganhar uma pequena reforçada no mar.
A previsão indica ondas entre 1,5 e 2,5 metros pela manhã, diminuindo um pouco durante a tarde. Uma nova ondulação de sudoeste deve chegar para impedir uma queda mais acentuada nas condições.
Não há expectativa de uma grande mudança no tamanho das ondas. Ainda assim, o novo pulso pode trazer mais força e um pouco mais de período em comparação com o fim da quinta-feira.
Os ventos devem continuar entre sudeste e leste-sudeste, mantendo condições geralmente limpas em Cloudbreak.
Sábado (sexta-feira no Brasil) deve marcar queda mais forte nas ondas
No sábado (29), a tendência é de uma redução mais evidente no tamanho do mar.
As ondas devem ficar entre 1,2 e 1,8 metro, com a ondulação de sudoeste perdendo força e deixando apenas os resquícios do swell dos dias anteriores.
Os ventos alísios de sudeste a leste continuam previstos, embora possam perder intensidade.
Com isso, o sábado aparece como um dos dias menos interessantes da primeira parte da janela.
Fiji pode receber novo swell no fim da janela
A previsão de longo alcance deixa uma possibilidade interessante para os últimos dias do Fiji Pro.
Entre 30 e 31 de agosto, uma pequena ondulação de sudoeste pode atingir Cloudbreak. Mais adiante, modelos meteorológicos indicam o desenvolvimento de novos sistemas no Oceano Antártico e no Mar da Tasmânia.
A atividade pode gerar outro swell entre o fim de agosto e o começo de setembro. A intensidade e o momento exato, porém, ainda apresentam incerteza.
O modelo GFS aparece mais otimista e projeta ondas fortes com antecedência de até duas semanas. O modelo europeu apresenta uma previsão mais moderada, embora também indique uma sequência de ondas interessantes.
Por enquanto, a tendência mais confiável está concentrada nos primeiros dias: a terça-feira deve começar lenta, a quarta-feira aparece como o grande destaque e quinta e sexta ainda podem oferecer boas condições para a disputa.